n Monster Hunter Wilds: Ascendance e novo modo chegam em 2027

Monster Hunter Wilds: Ascendance e novo modo chegam em 2027

Monster Hunter Wilds: Ascendance e novo modo chegam em 2027 Reproducao / TechTudo

A Capcom acaba de anunciar uma das maiores expansões da história de Monster Hunter Wilds. Batizada de Ascendance, a DLC promete sacudir a comunidade com a chegada do Master Rank, o retorno de Elder Dragons clássicos e a confirmação de que o jogo também virá para o Nintendo Switch 2. O lançamento está previsto para 2027 — e isso já gerou uma enxurrada de reações nas redes sociais.

Mas o que exatamente isso significa para quem já está caçando monstros no PS5, Xbox Series X|S ou PC? E, mais importante: o que muda para o jogador brasileiro que acompanha a franquia? É o que vamos detalhar agora.

O que é o Master Rank e por que ele divide os jogadores

Se você já jogou Monster Hunter antes, sabe que a dificuldade do game é dividida em ranks: Low Rank (iniciante), High Rank (intermediário) e Master Rank (veterano). O Master Rank é o nível mais alto de desafio — e também o mais recompensador. monstros ganham novos ataques, padrões de comportamento imprevisíveis e muito mais vida. Para quem busca equipamentos lendários e a sensação de superar o impossível, é o paraíso.

Na visão do MundoManchete, essa adição é um acerto da Capcom. Monster Hunter Wilds foi criticado por alguns fãs por ser “fácil demais” na campanha principal. Com o Master Rank, a empresa responde diretamente a essa crítica — e ainda garante centenas de horas extras de jogo para quem quiser se aprofundar.

Para o brasileiro comum, isso significa que a DLC não é apenas um “plus” de história. É um novo patamar de jogo que exige dedicação e estratégia. Se você tem pouco tempo para jogar, talvez o Master Rank não seja para você. Mas se curte um bom desafio, prepare o café: as caçadas vão ficar longas.

Elder Dragons de volta: Kushala Daora e outros monstros lendários

Imagem ilustrativa

Outro anúncio que fez a comunidade vibrar foi o retorno dos Elder Dragons. Esses monstros são considerados os mais poderosos da série, muitas vezes agindo como verdadeiros desastres naturais. O primeiro confirmado é Kushala Daora, um dragão ancião que controla ventos e tempestades — e que já aterrorizou caçadores em títulos anteriores como Monster Hunter World.

A última vez que Kushala Daora apareceu em um jogo principal foi em 2018, com a expansão Iceborne. Ou seja, os fãs estão esperando por esse retorno há quase uma década. A Capcom promete que outros Elder Dragons serão revelados ao longo dos próximos meses, alimentando teorias sobre clássicos como Teostra, Lunastra e até o temido Fatalis.

Na prática, o retorno desses monstros significa que Ascendance terá conteúdo de alto nível para caçadores veteranos. Cada Elder Dragon exige preparação específica: builds de armadura, elementos certos e conhecimento de padrões de ataque. Para quem joga desde o PSP, é um prato cheio de nostalgia.

Versão para Nintendo Switch 2: o que muda para o Brasil?

A confirmação de que Monster Hunter Wilds chegará ao Nintendo Switch 2 é uma das notícias mais aguardadas — especialmente no Brasil, onde o Switch original vendeu como água. O novo console da Nintendo, ainda sem data de lançamento oficial no país, promete hardware mais potente, capaz de rodar jogos da atual geração com qualidade.

Isso é importante porque, até agora, Monster Hunter Wilds só estava disponível para PS5, Xbox Series X|S e PC. Quem só tinha um Switch original ou um console mais antigo ficou de fora. Com a versão para Switch 2, a base de jogadores brasileiros pode crescer significativamente — já que o console portátil é extremamente popular por aqui.

A pergunta que fica é: a versão de Switch 2 vai rodar o jogo com a mesma qualidade dos consoles de mesa? A Capcom não deu detalhes técnicos, mas a expectativa é que o game seja adaptado para o novo hardware, possivelmente com resolução reduzida ou taxas de quadros menores. Ainda assim, para o jogador brasileiro que prioriza portabilidade, é uma excelente notícia.

Ascendance: o que esperar da história e do novo conteúdo

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A expansão Ascendance não se resume apenas a dificuldade e monstros antigos. A Capcom promete uma nova campanha que dá continuidade à trama principal de Monster Hunter Wilds. Sem spoilers, a história deve explorar as consequências dos eventos do jogo base, com novos biomas, missões e, claro, monstros inéditos.

Além disso, a DLC deve trazer um novo hub social, armas e armaduras com designs inspirados nos Elder Dragons, e provavelmente um novo sistema de crafting. A Capcom também sinalizou que Ascendance terá suporte contínuo com eventos sazonais e colaborações — algo que já virou tradição na série.

Para quem está pensando em comprar o jogo agora, vale a pena esperar? Depende. Se você é do tipo que gosta de jogar no lançamento e aproveitar a comunidade ativa, pode valer a pena começar agora para chegar preparado para Ascendance em 2027. Mas se prefere esperar por uma edição completa com tudo incluso, talvez seja melhor segurar a ansiedade.

O que muda na prática para o jogador brasileiro?

Vamos ser diretos: o anúncio de Ascendance é ótimo, mas o brasileiro precisa considerar alguns fatores práticos. Primeiro, o preço. Expansões de Monster Hunter costumam custar entre R$ 150 e R$ 200 no lançamento — e a versão completa com o jogo base pode passar dos R$ 400. Em um cenário de inflação e dólar alto, é um investimento pesado.

Segundo, a data: 2027 parece distante, mas considerando que Monster Hunter Wilds foi lançado em 2025, o intervalo de dois anos é padrão para a série. A Capcom costuma lançar uma expansão grande por geração, e Ascendance será a última grande novidade para Wilds antes do próximo título.

Terceiro, o Switch 2: ainda não há previsão de lançamento oficial no Brasil, e os preços de importação são proibitivos. Se você pretende jogar no novo console, talvez precise esperar até 2028 para ter acesso ao jogo completo com a DLC — a menos que a Capcom confirme uma versão para o Switch original, o que é improvável.

FAQ – Perguntas Frequentes

Ascendance será paga ou gratuita?

Assim como as expansões anteriores da série (Iceborne para World, Sunbreak para Rise), Ascendance será uma DLC paga. O preço ainda não foi divulgado, mas a expectativa é que fique entre US$ 39,99 e US$ 49,99 no mercado internacional. No Brasil, isso deve se traduzir em algo entre R$ 150 e R$ 200, dependendo da cotação do dólar no momento do lançamento.

Preciso ter zerado Monster Hunter Wilds para jogar Ascendance?

Sim. O Master Rank só é desbloqueado após completar a campanha principal do jogo base no High Rank. Além disso, é recomendado ter um equipamento de alto nível para enfrentar os Elder Dragons. Se você está começando agora, pode levar de 50 a 100 horas para chegar nesse ponto — então já vá se preparando.

O jogo vai rodar bem no Nintendo Switch 2?

A Capcom não divulgou especificações técnicas, mas o Switch 2 promete hardware comparável a um PS4 Pro. É provável que o jogo rode a 30 quadros por segundo com resolução dinâmica, mas sem os mesmos gráficos de ponta do PS5 ou PC. Para quem prioriza portabilidade, ainda assim será uma experiência satisfatória.

Se você é fã de Monster Hunter, o recado é claro: Ascendance será a expansão definitiva para Wilds, com conteúdo de sobra para quem busca desafio e nostalgia. Mas não se apresse em comprar tudo agora. Acompanhe os anúncios oficiais da Capcom, especialmente sobre preços no Brasil e a versão para Switch 2.

Para quem ainda não jogou Monster Hunter Wilds, considere começar agora — assim você chega preparado para o Master Rank em 2027. E fique de olho em promoções: o jogo base já pode ser encontrado com descontos em plataformas como a PlayStation Store e Steam. Vale a pena garantir antes que o preço suba com o lançamento da DLC.

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Tags: Monster Hunter Wilds, Ascendance, Capcom, Master Rank, Elder Dragons, Nintendo Switch 2, expansão, Kushala Daora, 2027


Fonte Original: techtudo.com.br

Foto: Reproducao / TechTudo