Suécia atropela e já assusta: o que o 5 a 1 sobre a Tunísia revela?
Se alguém ainda tinha dúvidas sobre o potencial da Suécia nesta Copa do Mundo, a estreia no Grupo F tratou de dissipá-las. Com uma goleada de 5 a 1 sobre a Tunísia, a equipe do técnico Graham Potter mostrou um ataque avassalador e uma defesa que, apesar do gol sofrido, pareceu sólida. A partida, realizada no domingo (14), colocou a Suécia na liderança do grupo e acendeu um alerta para os próximos adversários, especialmente para o Brasil, que pode cruzar com os suecos no mata-mata.
O placar elástico não foi obra do acaso. A dupla de ataque formada por Alexander Isak e Viktor Gyokeres foi um pesadelo para a defesa tunisiana. Juntos, eles marcaram um gol cada e ainda participaram diretamente de outras jogadas perigosas. A Tunísia, que não havia sofrido nenhum gol nas eliminatórias, viu sua invencibilidade ruir em apenas 90 minutos. Para se ter uma ideia, foi o segundo jogo consecutivo em que a seleção africana sofreu cinco gols — antes, havia perdido um amistoso para a Bélgica pelo mesmo placar.
Na visão do MundoManchete, a vitória sueca não foi apenas um resultado expressivo, mas uma declaração de intenções. A Suécia não veio para se defender. Veio para jogar e para ganhar.
Isak e Gyokeres: a dupla que pode levar a Suécia longe
O grande destaque da partida foi a sintonia entre Isak e Gyokeres. Enquanto Isak, com sua velocidade e habilidade, puxava contra-ataques e abria espaços, Gyokeres, mais forte e presença de área, finalizava as jogadas. Eles se complementam como poucas duplas de ataque no torneio.
“Individualmente, é claro, eles são jogadores de ponta, mas acho que juntos podem ser uma verdadeira ameaça”, disse Potter em entrevista coletiva. “Acho que eles vão ficar cada vez melhores quanto mais jogarem; eles se complementam muito bem.”
O técnico ainda destacou que o trabalho coletivo foi essencial para o brilho individual. “Sabemos da qualidade dos jogadores nas posições de ataque, mas eles precisavam de uma equipe para funcionar.”
Para o torcedor brasileiro, a dupla sueca é um nome a se anotar. Caso o Brasil avance como primeiro do grupo, pode enfrentar a Suécia nas oitavas de final. E, pelo que mostraram, Isak e Gyokeres não vão dar moleza.
O que o resultado significa para o Grupo F?
Com a vitória, a Suécia lidera o Grupo F com três pontos. O outro jogo da rodada, entre Holanda e Japão, terminou empatado em 2 a 2. Isso significa que a Suécia já abre vantagem, mas o grupo ainda está longe de ser definido.
O próximo desafio dos suecos será contra a Holanda, no dia 20 de junho, em Houston. Será um teste de fogo. A Holanda é uma seleção tradicional e não vai se entregar fácil. “Sabemos que vamos enfrentar uma seleção de ponta na próxima partida e temos que estar prontos para isso”, afirmou Potter.
Para a Tunísia, a situação é delicada. Precisará vencer o Japão no próximo jogo para manter chances de classificação. Mas, com a defesa fragilizada, a missão não será simples.
Na visão do MundoManchete, a Suécia tem totais condições de passar em primeiro no grupo. O entrosamento do ataque e a consistência defensiva são trunfos que podem levá-la longe.
O que muda para o Brasil e para a torcida brasileira?
Embora a Suécia não esteja no mesmo grupo do Brasil, o resultado da estreia sueca tem impacto direto para a seleção canarinho. Isso porque, dependendo da classificação, Brasil e Suécia podem se enfrentar nas oitavas de final, se o Brasil passar em primeiro do seu grupo e a Suécia em segundo do Grupo F, ou vice-versa.
Historicamente, a Suécia já foi um osso duro de roer para o Brasil. Em Copas do Mundo, as equipes se enfrentaram duas vezes: em 1938 (vitória sueca por 2 a 1) e em 1994 (vitória brasileira por 1 a 0). Agora, com um ataque tão afiado, o confronto promete ser equilibrado.
Para o torcedor brasileiro, fica o alerta: a Suécia não é mais aquela seleção que só se defendia. Ela tem qualidade para incomodar qualquer favorito.
E a Tunísia? O que explica a goleada sofrida?
A Tunísia chegou à Copa com uma defesa que não havia sofrido gols nas eliminatórias. Mas, em dois jogos (contra Bélgica e Suécia), já tomou 10 gols. O que aconteceu?
Primeiro, o nível dos adversários subiu. Enfrentar Bélgica e Suécia é muito diferente de enfrentar seleções africanas. Segundo, a estratégia defensiva da Tunísia parece ter falhado contra ataques rápidos e bem entrosados, como o sueco.
O técnico tunisiano terá que rever a postura da equipe. Se continuar levando gols com facilidade, a classificação ficará cada vez mais distante.
Na visão do MundoManchete, a Tunísia precisa urgentemente de uma reformulação tática. Caso contrário, pode se tornar a lanterna do grupo.
O que esperar do próximo jogo da Suécia?
O duelo contra a Holanda, no dia 20 de junho, será o grande teste para a Suécia. A Holanda é uma seleção experiente, com jogadores de alto nível, e não vai se intimidar com a goleada sueca.
Potter sabe disso. “Sabemos que vamos enfrentar uma seleção de ponta na próxima partida e temos que estar prontos para isso”, disse.
Para o torcedor, a expectativa é de um jogo aberto, com chances para os dois lados. A Suécia deve manter o esquema ofensivo, enquanto a Holanda tentará explorar os contra-ataques.
Se a Suécia vencer, estará praticamente classificada. Se perder, a briga pela liderança do grupo se acirra.
Na visão do MundoManchete, a Suécia tem condições de vencer, mas precisará de uma atuação ainda mais consistente do que a da estreia.
Perguntas Frequentes sobre a goleada da Suécia
1. Quem foram os principais jogadores da Suécia na goleada?
Os principais destaques foram os atacantes Alexander Isak e Viktor Gyokeres, que marcaram um gol cada e foram fundamentais na criação das jogadas ofensivas. O meio-campista Yasin Ayari também se destacou, abrindo e fechando o placar. O técnico Graham Potter elogiou a sintonia da dupla de ataque, que promete ser a grande arma sueca na competição.
2. O que essa vitória significa para a classificação da Suécia no Grupo F?
A vitória coloca a Suécia na liderança do Grupo F com 3 pontos, após o empate entre Holanda e Japão (2 a 2). O próximo jogo contra a Holanda, em 20 de junho, será decisivo para definir quem avança em primeiro lugar. Uma vitória praticamente garante a classificação sueca para as oitavas de final.
3. Existe chance de Brasil e Suécia se enfrentarem nesta Copa?
Sim, existe. Dependendo da classificação nos grupos, Brasil e Suécia podem se enfrentar já nas oitavas de final. O Brasil, se passar em primeiro do seu grupo, enfrentará o segundo colocado do Grupo F. Se a Suécia ficar em segundo (atrás da Holanda, por exemplo), o confronto pode acontecer. Historicamente, as equipes já se enfrentaram duas vezes em Copas, com uma vitória para cada lado.
O que você deve fazer com essa informação
Acompanhe os próximos jogos da Suécia, especialmente contra a Holanda, para confirmar se a goleada sobre a Tunísia foi um ponto fora da curva ou se a equipe realmente veio para brigar pelo título. Se você é torcedor brasileiro, fique de olho na evolução sueca — pode ser um adversário perigoso no mata-mata.
Para quem gosta de estatísticas, observe o desempenho de Isak e Gyokeres. Se continuarem nesse ritmo, podem ser candidatos a artilheiros da Copa.
E, claro, não perca o próximo jogo da Suécia: dia 20 de junho, contra a Holanda, em Houston. Será um termômetro real do potencial sueco.
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Tags: Suécia, Copa do Mundo, Tunísia, Graham Potter, Alexander Isak, Viktor Gyokeres, Grupo F, futebol
Fonte Original: terra.com.br
Foto: Reproducao / Terra
